HÁBITO
HABITANTE

HÁBITO
HABITANTE

Pensada como um espaço de transmissão, esta exposição posiciona-se a favor do distanciamento social – mas radicalmente contra a solidão. Este projeto é aberto ao público num dia de manifestação, no qual tradicionalmente reivindicamos direitos: 1º de maio, o dia do trabalhador. A mostra pretende atuar como um convite à imaginação coletiva: do cubo branco ao fundo infinito, como expandir e renegociar nossa própria ideia de coletividade? Pode a arte furar as impossibilidades do momento e ainda assim existir e se difundir como um elemento disruptivo? A partir de um histórico regime de distâncias – físicas e simbólicas – como exercitar a proximidade e a intimidade? Como dar espessura a um corpo coletivo quando nossas estratégias conhecidas mostram-se impossíveis? Como festejar a relação, gozar com o contato aberrante e o encontro abrupto? Como entrar em contato sem o prazer do toque?

ARTISTAS

3NÓS3

3Nós3, "X-Galeria", 1979, documentação fotográfica de intervenção, 40,7 x 32,8 cm Cortesia Galeria Jaqueline Martins

3NÓS3

3Nós3, X-Galeria, 1979, impressão sobre papel (documentação fotográfica de intervenção), 35,2 x 22,2 cm Cortesia Galeria Jaqueline Martins

3NÓS3

3Nós3, "X-Galeria", 1979, documentação fotográfica de intervenção, 35,2 x 22,2 cm Cortesia Galeria Jaqueline Martins

ALETA VALENTE

Aleta Valente, "Dupla Exposição", 2019, adesivo vinílico sobre espelho, 100 x 180 x 2,5 cm, coleção da artista

ANNA BELLA GEIGER

Anna Bella Geiger, "Local da Ação n.8", 1980, fotogravura em metal e serigrafia, 30 x 30 cm, coleção da artista

Anna Bella Geiger experimentou a passagem do moderno para o contemporâneo no seu processo de trabalho com excelência e fôlego, interpelando as diversas possibilidades de uma arte sempre compromissada com seu tempo, mas não subalterna a ele. Nos anos 1970, a partir de uma inquietação profunda em relação à natureza do objeto de arte, enveredou suas investidas artísticas para uma multiplicidade de mídias como fotomontagem, fotogravura, fotocópia, serigrafia, vídeo, super-8 e diapositivos produzindo trabalhos que exacerbam categorias estanques. Seus trabalhos rasuram as fronteiras do público e do privado, vão da escala espacial ao âmbito doméstico com uma coerência de indagações que dá dimensão pública a questões que poderiam ter ficado restritas à esfera da autoexpressão. 

Artista que reconfigura os contornos e o pertencimento do Brasil e da América Latina por meio de geografias físicas e humanas, Geiger atesta a impossibilidade de ser o outro e mergulha cartografias num vazio abissal. Os mapas, ao passo que orientam, também são formas apartadas do resto do mundo e resultam num singular uso da cor, que já se anunciava em suas gravuras da série Visceral (anos 1960). A partir das similaridades e possibilidades de articulação formal entre o mapa brasileiro e latino-americano, desvenda esquemas ideológicos sedimentados por meio de comparações antropomórficas. Os meio técnicos apresentam-se como desdobramentos possíveis para uma investigação conceitual e filosófica, o que resta claro para aqueles que têm o privilégio de seguir seus cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. A pulsão gráfica, lida frequentemente nos trabalhos em gravura e serigrafia, por exemplo, revela-se também nos vídeos “Passagens 1” e “Passagens 2”, que pontuam o início desta mostra: a imagem bidimensional do vídeo sugere a escada como linhas, pautas de um caderno em branco, que inscrevem este corpo feminino na narrativa inaugurais da videoarte brasileira e internacional. 

A produção de Anna Bella Geiger renova o entendimento de circulação das imagens e da formação de memória. Interpela aquilo que dá forma ao contemporâneo e o deforma, convoca os mitos do passado, faz presentes hoje. Neste ano, o Programa de Formação e Deformação da EAV Parque Lage tomou como rota a frase e a insígnia desenhadas por Anna Bella Geiger no vídeo Centerminal (1974), filmado um ano antes da fundação da escola livre, na floresta que integra o Parque Lage. Como estratégia curatorial, esta mostra foi pensada propositadamente para três locais de passagem, tema caro à artista – entrada do Palacete, galeria do Salão Nobre e corredor do subsolo – orientando-se para qualquer direção fora do centro. Esta postura crítica em relação à arte, sua natureza e suas possibilidades são marca de uma produção que renova sua importância histórica a partir da sua pertinência e atualidade.

ANNA BELLA GEIGER

Anna Bella Geiger, "Local da Ação n.9", 1980, fotogravura em metal e serigrafia, 30 x 30 cm, coleção da artista

Anna Bella Geiger experimentou a passagem do moderno para o contemporâneo no seu processo de trabalho com excelência e fôlego, interpelando as diversas possibilidades de uma arte sempre compromissada com seu tempo, mas não subalterna a ele. Nos anos 1970, a partir de uma inquietação profunda em relação à natureza do objeto de arte, enveredou suas investidas artísticas para uma multiplicidade de mídias como fotomontagem, fotogravura, fotocópia, serigrafia, vídeo, super-8 e diapositivos produzindo trabalhos que exacerbam categorias estanques. Seus trabalhos rasuram as fronteiras do público e do privado, vão da escala espacial ao âmbito doméstico com uma coerência de indagações que dá dimensão pública a questões que poderiam ter ficado restritas à esfera da autoexpressão. 

Artista que reconfigura os contornos e o pertencimento do Brasil e da América Latina por meio de geografias físicas e humanas, Geiger atesta a impossibilidade de ser o outro e mergulha cartografias num vazio abissal. Os mapas, ao passo que orientam, também são formas apartadas do resto do mundo e resultam num singular uso da cor, que já se anunciava em suas gravuras da série Visceral (anos 1960). A partir das similaridades e possibilidades de articulação formal entre o mapa brasileiro e latino-americano, desvenda esquemas ideológicos sedimentados por meio de comparações antropomórficas. Os meio técnicos apresentam-se como desdobramentos possíveis para uma investigação conceitual e filosófica, o que resta claro para aqueles que têm o privilégio de seguir seus cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. A pulsão gráfica, lida frequentemente nos trabalhos em gravura e serigrafia, por exemplo, revela-se também nos vídeos “Passagens 1” e “Passagens 2”, que pontuam o início desta mostra: a imagem bidimensional do vídeo sugere a escada como linhas, pautas de um caderno em branco, que inscrevem este corpo feminino na narrativa inaugurais da videoarte brasileira e internacional. 

A produção de Anna Bella Geiger renova o entendimento de circulação das imagens e da formação de memória. Interpela aquilo que dá forma ao contemporâneo e o deforma, convoca os mitos do passado, faz presentes hoje. Neste ano, o Programa de Formação e Deformação da EAV Parque Lage tomou como rota a frase e a insígnia desenhadas por Anna Bella Geiger no vídeo Centerminal (1974), filmado um ano antes da fundação da escola livre, na floresta que integra o Parque Lage. Como estratégia curatorial, esta mostra foi pensada propositadamente para três locais de passagem, tema caro à artista – entrada do Palacete, galeria do Salão Nobre e corredor do subsolo – orientando-se para qualquer direção fora do centro. Esta postura crítica em relação à arte, sua natureza e suas possibilidades são marca de uma produção que renova sua importância histórica a partir da sua pertinência e atualidade.

ANNA BELLA GEIGER

Anna Bella Geiger, "Local da Ação n.10-11", 1979, fotogravura em metal e fotoserigrafia, 29 x 50 cm, coleção da artista

Anna Bella Geiger experimentou a passagem do moderno para o contemporâneo no seu processo de trabalho com excelência e fôlego, interpelando as diversas possibilidades de uma arte sempre compromissada com seu tempo, mas não subalterna a ele. Nos anos 1970, a partir de uma inquietação profunda em relação à natureza do objeto de arte, enveredou suas investidas artísticas para uma multiplicidade de mídias como fotomontagem, fotogravura, fotocópia, serigrafia, vídeo, super-8 e diapositivos produzindo trabalhos que exacerbam categorias estanques. Seus trabalhos rasuram as fronteiras do público e do privado, vão da escala espacial ao âmbito doméstico com uma coerência de indagações que dá dimensão pública a questões que poderiam ter ficado restritas à esfera da autoexpressão. 

Artista que reconfigura os contornos e o pertencimento do Brasil e da América Latina por meio de geografias físicas e humanas, Geiger atesta a impossibilidade de ser o outro e mergulha cartografias num vazio abissal. Os mapas, ao passo que orientam, também são formas apartadas do resto do mundo e resultam num singular uso da cor, que já se anunciava em suas gravuras da série Visceral (anos 1960). A partir das similaridades e possibilidades de articulação formal entre o mapa brasileiro e latino-americano, desvenda esquemas ideológicos sedimentados por meio de comparações antropomórficas. Os meio técnicos apresentam-se como desdobramentos possíveis para uma investigação conceitual e filosófica, o que resta claro para aqueles que têm o privilégio de seguir seus cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. A pulsão gráfica, lida frequentemente nos trabalhos em gravura e serigrafia, por exemplo, revela-se também nos vídeos “Passagens 1” e “Passagens 2”, que pontuam o início desta mostra: a imagem bidimensional do vídeo sugere a escada como linhas, pautas de um caderno em branco, que inscrevem este corpo feminino na narrativa inaugurais da videoarte brasileira e internacional. 

A produção de Anna Bella Geiger renova o entendimento de circulação das imagens e da formação de memória. Interpela aquilo que dá forma ao contemporâneo e o deforma, convoca os mitos do passado, faz presentes hoje. Neste ano, o Programa de Formação e Deformação da EAV Parque Lage tomou como rota a frase e a insígnia desenhadas por Anna Bella Geiger no vídeo Centerminal (1974), filmado um ano antes da fundação da escola livre, na floresta que integra o Parque Lage. Como estratégia curatorial, esta mostra foi pensada propositadamente para três locais de passagem, tema caro à artista – entrada do Palacete, galeria do Salão Nobre e corredor do subsolo – orientando-se para qualquer direção fora do centro. Esta postura crítica em relação à arte, sua natureza e suas possibilidades são marca de uma produção que renova sua importância histórica a partir da sua pertinência e atualidade.

ANNA BELLA GEIGER

Anna Bella Geiger, "Sem título (Trevas)", 1974, fotogravura em metal e serigrafia, 30 x 40 cm, coleção da artista

Anna Bella Geiger experimentou a passagem do moderno para o contemporâneo no seu processo de trabalho com excelência e fôlego, interpelando as diversas possibilidades de uma arte sempre compromissada com seu tempo, mas não subalterna a ele. Nos anos 1970, a partir de uma inquietação profunda em relação à natureza do objeto de arte, enveredou suas investidas artísticas para uma multiplicidade de mídias como fotomontagem, fotogravura, fotocópia, serigrafia, vídeo, super-8 e diapositivos produzindo trabalhos que exacerbam categorias estanques. Seus trabalhos rasuram as fronteiras do público e do privado, vão da escala espacial ao âmbito doméstico com uma coerência de indagações que dá dimensão pública a questões que poderiam ter ficado restritas à esfera da autoexpressão. 

Artista que reconfigura os contornos e o pertencimento do Brasil e da América Latina por meio de geografias físicas e humanas, Geiger atesta a impossibilidade de ser o outro e mergulha cartografias num vazio abissal. Os mapas, ao passo que orientam, também são formas apartadas do resto do mundo e resultam num singular uso da cor, que já se anunciava em suas gravuras da série Visceral (anos 1960). A partir das similaridades e possibilidades de articulação formal entre o mapa brasileiro e latino-americano, desvenda esquemas ideológicos sedimentados por meio de comparações antropomórficas. Os meio técnicos apresentam-se como desdobramentos possíveis para uma investigação conceitual e filosófica, o que resta claro para aqueles que têm o privilégio de seguir seus cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. A pulsão gráfica, lida frequentemente nos trabalhos em gravura e serigrafia, por exemplo, revela-se também nos vídeos “Passagens 1” e “Passagens 2”, que pontuam o início desta mostra: a imagem bidimensional do vídeo sugere a escada como linhas, pautas de um caderno em branco, que inscrevem este corpo feminino na narrativa inaugurais da videoarte brasileira e internacional. 

A produção de Anna Bella Geiger renova o entendimento de circulação das imagens e da formação de memória. Interpela aquilo que dá forma ao contemporâneo e o deforma, convoca os mitos do passado, faz presentes hoje. Neste ano, o Programa de Formação e Deformação da EAV Parque Lage tomou como rota a frase e a insígnia desenhadas por Anna Bella Geiger no vídeo Centerminal (1974), filmado um ano antes da fundação da escola livre, na floresta que integra o Parque Lage. Como estratégia curatorial, esta mostra foi pensada propositadamente para três locais de passagem, tema caro à artista – entrada do Palacete, galeria do Salão Nobre e corredor do subsolo – orientando-se para qualquer direção fora do centro. Esta postura crítica em relação à arte, sua natureza e suas possibilidades são marca de uma produção que renova sua importância histórica a partir da sua pertinência e atualidade.

ANNA BELLA GEIGER

Anna Bella Geiger, "Local da ação", 1978, vídeo, 1'17" coleção da artista

Anna Bella Geiger experimentou a passagem do moderno para o contemporâneo no seu processo de trabalho com excelência e fôlego, interpelando as diversas possibilidades de uma arte sempre compromissada com seu tempo, mas não subalterna a ele. Nos anos 1970, a partir de uma inquietação profunda em relação à natureza do objeto de arte, enveredou suas investidas artísticas para uma multiplicidade de mídias como fotomontagem, fotogravura, fotocópia, serigrafia, vídeo, super-8 e diapositivos produzindo trabalhos que exacerbam categorias estanques. Seus trabalhos rasuram as fronteiras do público e do privado, vão da escala espacial ao âmbito doméstico com uma coerência de indagações que dá dimensão pública a questões que poderiam ter ficado restritas à esfera da autoexpressão. 

Artista que reconfigura os contornos e o pertencimento do Brasil e da América Latina por meio de geografias físicas e humanas, Geiger atesta a impossibilidade de ser o outro e mergulha cartografias num vazio abissal. Os mapas, ao passo que orientam, também são formas apartadas do resto do mundo e resultam num singular uso da cor, que já se anunciava em suas gravuras da série Visceral (anos 1960). A partir das similaridades e possibilidades de articulação formal entre o mapa brasileiro e latino-americano, desvenda esquemas ideológicos sedimentados por meio de comparações antropomórficas. Os meio técnicos apresentam-se como desdobramentos possíveis para uma investigação conceitual e filosófica, o que resta claro para aqueles que têm o privilégio de seguir seus cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. A pulsão gráfica, lida frequentemente nos trabalhos em gravura e serigrafia, por exemplo, revela-se também nos vídeos “Passagens 1” e “Passagens 2”, que pontuam o início desta mostra: a imagem bidimensional do vídeo sugere a escada como linhas, pautas de um caderno em branco, que inscrevem este corpo feminino na narrativa inaugurais da videoarte brasileira e internacional. 

A produção de Anna Bella Geiger renova o entendimento de circulação das imagens e da formação de memória. Interpela aquilo que dá forma ao contemporâneo e o deforma, convoca os mitos do passado, faz presentes hoje. Neste ano, o Programa de Formação e Deformação da EAV Parque Lage tomou como rota a frase e a insígnia desenhadas por Anna Bella Geiger no vídeo Centerminal (1974), filmado um ano antes da fundação da escola livre, na floresta que integra o Parque Lage. Como estratégia curatorial, esta mostra foi pensada propositadamente para três locais de passagem, tema caro à artista – entrada do Palacete, galeria do Salão Nobre e corredor do subsolo – orientando-se para qualquer direção fora do centro. Esta postura crítica em relação à arte, sua natureza e suas possibilidades são marca de uma produção que renova sua importância histórica a partir da sua pertinência e atualidade.

CAROLINE VALANSI

Caroline Valansi, "Tratado", 2019, relevo seco em papel, luz de led, 70 x 50 cm, coleção da artista

Caroline Valansi é artista visual, professora e trabalha com saúde mental. Sua produção artística transita entre a palavra, o espaço e a ficção. Suas obras sempre foram enraizadas em seu forte interesse em traços coletivos e histórias íntimas. Caroline utiliza materiais familiares em sua pesquisa: fotos de salas de cinemas, velhos filmes pornográficos, imagens encontradas da internet e suas próprias fotografias, colagens e desenhos e, juntos, somam uma ampla exploração de representações da sexualidade feminina contemporânea | O Parque Lage sempre foi um lugar que ia quando criança. Ficava vendo os alunos pintando nos corredores e isso sempre me chamava atenção. Chamava de "Arte ao vivo". Participei de vários dias das crianças nessa época. Mais tarde, fiz aula de pintura do Ronaldo Macedo ainda num lugar bem experimental no meu processo artístico. Em 2015 participei do Programa EAVERÃO que foi super importante para conhecer e aumentar minha interlocução com outros artistas e parceiros. Também dei cursos de verão/inverno, #selfperformance, com Denise Cathilina e Daniel Toledo. Em parceria com Maria Laet, dei as oficinas Sensibilizando o Olhar e um Dia das Crianças com Parquinho Lage, investigando junto com os participantes algumas técnicas de impressão. Em 2009, participei da exposição “2 em 1” com uma instalação nas Cavalariças junto com Suely Farhi. Em 2015, apresentei pela primeira vez meus cartazes "Pornografia Política" na exposição Encruzilhada com curadoria de Bernardo Mosqueira. Uma mega mostra que dominou o Parque todo. Em 2019 junto com a Cooperativa de Mulheres Artistas fizemos a performance "Inter-erupção" dentro do programa de performance "Um berro, um sussurro" da Biblioteca da escola.

CILDO MEIRELES

Cildo Meireles, "Um sanduíche muito branco" 1966, pão e algodão, cópia de exibição

DARKS MIRANDA

Darks Miranda, "Transmissão Devora: manutenção da imagem", 2021, vídeo, XXX, coleção da artista

DIAMBE SANTISO

Diambe, "Troca de Segredos (5 segredos), série RTC", 2019-2021, serigrafias e costura em tecido, 170 x 160 cm, coleção da artista

Artista, escritora e ativista social nascida em 1993 (RJ). Posiciona sua prática entre coreografia e escultura devido aos trabalhos que desenvolve com gravura, costura, movimento, arquitetura, texto, pintura e comida. Suas situações intencionam re-contar histórias em espaços possíveis para seu próprio corpo dissidente. Formou-se em Comunicação Social pela UFRJ, passou pelo Departamento de Artes e Mídias da Université Sorbonne Nouvelle e também pelo programa público da EAV entre outras formações artísticas. | “A EAV é relevante nas coreografias das artes e é importante na minha formação porque já trabalhei lá e estudei em alguns cursos públicos. Eu acho que é um lugar importante de ser habitado, alargado, tirado das fronteiras, tornado habitável e negociável, possível para mais de nós sermos cúmplices da Escola.” 

DIAMBE SANTISO

Diambe, "Atlântica, Av. Atlântica, série Devolta", 2020, coreografia (vídeo), 3'29", coleção da artista

Artista, escritora e ativista social nascida em 1993 (RJ). Posiciona sua prática entre coreografia e escultura devido aos trabalhos que desenvolve com gravura, costura, movimento, arquitetura, texto, pintura e comida. Suas situações intencionam re-contar histórias em espaços possíveis para seu próprio corpo dissidente. Formou-se em Comunicação Social pela UFRJ, passou pelo Departamento de Artes e Mídias da Université Sorbonne Nouvelle e também pelo programa público da EAV entre outras formações artísticas. | “A EAV é relevante nas coreografias das artes e é importante na minha formação porque já trabalhei lá e estudei em alguns cursos públicos. Eu acho que é um lugar importante de ser habitado, alargado, tirado das fronteiras, tornado habitável e negociável, possível para mais de nós sermos cúmplices da Escola.” 

DIAMBE SANTISO

Diambe, "Isabel, Av. Princesa Isabel", 2020, fotografia, 60 x 90 cm, coleção da artista

Artista, escritora e ativista social nascida em 1993 (RJ). Posiciona sua prática entre coreografia e escultura devido aos trabalhos que desenvolve com gravura, costura, movimento, arquitetura, texto, pintura e comida. Suas situações intencionam re-contar histórias em espaços possíveis para seu próprio corpo dissidente. Formou-se em Comunicação Social pela UFRJ, passou pelo Departamento de Artes e Mídias da Université Sorbonne Nouvelle e também pelo programa público da EAV entre outras formações artísticas. | “A EAV é relevante nas coreografias das artes e é importante na minha formação porque já trabalhei lá e estudei em alguns cursos públicos. Eu acho que é um lugar importante de ser habitado, alargado, tirado das fronteiras, tornado habitável e negociável, possível para mais de nós sermos cúmplices da Escola.” 

ERNESTO NETO

Ernesto Neto, "O tempo e o sono vazio", 2000, fotografia, díptico, 100 x 216 cm, prova de artista

Nasceu em 1964 no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Desde o início de sua carreira, o artista busca desafiar e expandir o vocabulário da escultura, explorando conexões formais e simbólicas entre diferentes materiais, com a força da gravidade como elemento implícito. Nos últimos anos, Neto se volta para materiais naturais, como tecidos e madeira, e para a interação física como aspecto fundamental de sua poética. Formas orgânicas ecoam matrizes e cores de organismos vivos. Suas obras ativam múltiplos sentidos, convidando-nos a entrar em estados meditativos e a reconectar com o sagrado. Vem desenvolvendo seu trabalho em diversas exposições individuais, coletivas e Bienais. | Falar da Escola de artes visuais no Parque Lage é falar do começo da minha vida artística, onde eu descobri que eu ia fazer arte, que eu ia fazer escultura. Eu entrei numa aula de escultura de Barro com Jack Sampaio, que acredito que era o último concurso da versão acadêmica da escola. Quando ele me viu com 19 anos, cheio de vida, disse “olha, posso te ensinar a tirar os moldes, a fazer outras coisas, mas arte mesmo você vai ter que procurar outro lugar [para aprender]”. Eu assenti e fui fazendo, mas quando fiz a primeira, pensei “é isso que quero fazer na minha vida”. Tinha abandonado recentemente a faculdade de engenharia, sido reprovado no vestibular de astronomia e passado dois meses e meio no nordeste. Era o ano da “Como vai você, Geração 80?”. Foi engraçado porque eu a assisti, estive lá na abertura dessa exposição tão importante pra Escola e pra história da arte brasileira. De alguma forma, no meu desenvolvimento como artista, quando fui conhecendo mais sobre a história da escultura e da arte brasileira e eu fui ficando cada vez mais desinteressado pela turma geração 80 e mais inspirado pela turma Cildo [Meireles], Tunga, [Artur] Barrio. Sem falar na Lygia [Clark], Hélio [Oiticica], [Lygia] Pape, toda turma do Neoconcretismo, Amílcar de Castro, Franz Weissman. A Escola era incrível, com aquela floresta incrível ainda por cima. Esse evento “Como vai você” foi um movimento lindo, forte mesmo, foi demais estar na abertura. Às vezes eu saía daquela salinha que era no térreo e ia direto pra floresta, ficava em meio às raízes todas. Eu sempre ia ali pra sair de alguma encruzilhada, pra buscar algum esforço energético e seguir caminho. Então, eu tenho muita gratidão ao Parque Lage.

EVANDRO TEIXEIRA

Evandro Teixeira, "Queda do motociclista da FAB", 1965, fotografia, 50 x 34 cm, coleção do Instituto Moreira Salles

FELIPE ABDALA

GILSON PLANO

Gilson Plano, "O fantasma que a floresta nos deixa", 2021, ação

É artista visual e educador. Nascido em Goiânia em 1988, desenvolve trabalhos e pesquisa na intersecção de performance, escultura, fotografia e vídeo. Foi aluno do curso Formação e Deformação da EAV Parque Lages 2019. investiga em sua produção artística o imaginário sobre a história do corpo preto, acompanhadas das ideias de peso, ficção e encantamento. Participou de exposições como: A casa Carioca - Museu de Arte do Rio - 2020; Estopim e Segredo: uma exposição em cinco corte - EAV - 19/20; Festival Valongo 2018; Coletiva PERCURSOS 2018; Salão Nacional de Anapolis 2017, entre outros. | Meu encontro com a EAV aconteceu em 2019 no ano em que me mudei para o Rio de Janeiro. Fiz parte do programa de Formação e Deformação deste ano, que em meio a muitas dimensões sobre como se forma e deforma artista, conheci a cidade visitando os ateliês das colegas de curso e das artistas que nos recebiam. Ao mesmo tempo, tive o prazer de também trabalhar na Escola como supervisor de educação do programa de exposições. Me via cotidianamente nesta Floresta pensando educação: a minha e a dos públicos.

GUGA FERRAZ

Guga Ferraz, "Até onde o mar vinha, até onde o rio ia", 2010, documentação fotográfica de intervenção urbana, coleção do artista

GUSTAVO TORRES

Gustavo Torres, "30", 2013, luvas de látex, 28 x 13 cm, coleção do artista

Sou artista visual e sonoro. Em 2013, quando produzi "30", minha obra que compõe a Mostra Hábito/Habitante, frequentava o curso de escultura do falecido João Carlos Goldberg, figura importante na história da Escola e em minha formação. Como era de costume, a aula começava no café, onde aos poucos os alunos chegavam. Frequentemente era necessário se mudar para uma mesa maior. Foi em um desses momentos que, ansioso, mostrei "30" para João, me referindo a ela como uma "bobeira que havia feito". Ele, no entanto, me repreendeu e disse que não via bobeira alguma, mas sim algo muito interessante, que havia alguma coisa ali naquele objeto que era digno da nossa atenção. Pegou as luvas e ficou por um tempo com elas sobre suas mãos e depois em cima da mesa, olhando-a. Nesse momento, João, sem saber, me dava a certeza de que meu interesse pelas coisas pequenas poderia ser grande. Descanse em paz grande João.

HUDINILSON JR.

Hudinilson Jr, Sem título, anos 1980, xerox, 21,5 x 33 cm, Cortesia Galeria Jaqueline Martins

HUDINILSON JR.

Hudinilson Jr, Sem título, 1981, xerox, 63 x 33,5 cm, Cortesia Galeria Jaqueline Martins

HUDINILSON JR.

Hudinilson Jr, Sem título, 1981, xerox, 63 x 33,5 cm, Cortesia Galeria Jaqueline Martins

IOLE DE FREITAS

Iole de Freitas, "O Outro", 1979-2019, fotografia, 140 x 53 cm, coleção EAV Parque Lage

Escultora, gravadora e artista multimídia. Com seis anos, muda-se para o Rio de Janeiro, e inicia sua formação em dança contemporânea. Estuda na Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de 1964 a 1965. A partir de 1970, vive por oito anos em Milão, Itália, onde trabalha como designer no Corporate Image Studio da Olivetti, sob a orientação do arquiteto Hans von Klier, de 1970 a 1971. Passa a desenvolver e expor seu trabalho em artes plásticas a partir de 1973. Entre 1973 e 1981, desenvolve trabalhos experimentais em fotografia e Super-8, nos quais a representação do corpo surge como tema principal. No início dos anos 1980, passa a dedicar-se ao campo tridimensional, realizando os Aramões, estruturas cerradas de fios, tubos, serras e tecidos. Em 1986, recebe Bolsa Fulbright-Capes para pesquisa no Museum of Modern Art (MoMa), em Nova York. De 1987 a 1989, é diretora do Instituto Nacional de Artes Plásticas da Funarte, no Rio de Janeiro. Em 1991, recebe a Bolsa Vitae de Artes Plásticas. É professora de escultura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/ Parque Lage), no Rio de Janeiro. Na década de 1990, começa a realizar esculturas de grandes dimensões. Alguns trabalhos são projetados para locais específicos, como a Capela do Morumbi, em São Paulo, e o Galpão Embra, em Belo Horizonte. Essas obras revelam o diálogo com o espaço expositivo e seus elementos arquitetônicos. As esculturas desenvolvidas entre 1995 e 1997 são mais fluidas, realizadas com materiais semitransparentes.

KAUÉ GARCIA

Kaué Garcia, "Arrivistas", 2020, pôsteres, coleção do artista

Nascido em 1984, o artista vive e trabalha em Campinas-SP. Graduado em Artes Visuais pela Puc e mestrando em Poéticas Visuais e Processos de Criação pela Unicamp. Sua pesquisa é caracterizada por um olhar crítico à sociedade contemporânea, investigando estruturas de poder, estratégias capitalistas, símbolos nacionais, momentos políticos, história da arte, mercado financeiro, ideologia, classes sociais, crime e ilegalidade. A partir de um olhar atento a essas questões, experimenta diversas saídas para os trabalhos, como: instalações, vídeos, sons, objetos, cartazes, pinturas, desenhos, ações e intervenções. Participou de diversas exposições como: Ninguém vai tombar nossa bandeira (2021), 45º SARP (2020 - MARP), Arrivistas (2020 - Oma Galeria), Lorem Ipsum (2020 - Galeria Aymoré), O que não é floresta é prisão política política (2019 - Galeria Reocupa), Verbo (2019 - Galeria Vermelho), FIME (2016 - CCSP), Contramão (2015 - Galeria Eduardo Fernandes - São Paulo/SP), 1º Frestas - Trienal de Artes (2014 - Sesc Sorocaba), Multitude (2014 - Sesc Pompéia), entre outras. | Sou um artista do interior de São Paulo, um lugar onde quase nada acontece. Mas sempre fiquei atento aos lugares onde tudo acontece. O EAV Parque Lage habitou meu imaginário por muito tempo por esse motivo. Quando visitei o Rio de Janeiro pela primeira vez, fui imediatamente conhecer a escola. Ao chegar, em meio àquele deslumbre estético, avistei o Arto Lindsay chegando e o Jards Macalé saindo dali – eles são alguns dos meus ídolos. Não tive dúvida, aquele lugar era especial, e mesmo de passagem, queria sentir como era vivenciar aquele espaço no qual transitou tanta gente que admiro e me influencia. A experiência foi fantástica, tanto que, desde então, em todas as minhas idas ao Rio, passear pelo Parque Lage se tornou uma deliciosa obrigação. Já assisti à aula, palestra, vi exposição, curei ressaca, me perdi em meio ao parque e já tirei até a famosa foto turística na beira da piscina. Enfim, logo eu, que nunca me dei muito bem com Escolas, me sinto tão confortável nessa. 

LÍVIA AQUINO

Lívia Aquino, "2720 Viva Maria", 2017, tecido e feltro, 460 x 68 cm, coleção da artista

Nascida em Fortaleza, 1971, Lívia é pesquisadora do campo da cultura e das artes visuais, além de professora e artista. Sua prática opera conexões entre a imagem, a escrita e a leitura como textos, explorando seus significados e os efeitos que produzem no espaço e com o outro. Doutora em Artes Visuais e Mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É docente da pós-graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas e no Tecnólogo em Produção Cultural da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo. Em 2015 foi contemplada com o Prêmio Funarte Marc Ferrez. Participou de exposições coletivas na Galeria Reocupa Ocupação 9 de julho, Fundação Joaquim Nabuco, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Museu do Estado do Pará, na HibertRaum Gallery Berlin, no Instituto Adelina, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, no Sesc São Carlos, na Pinacoteca de São Paulo e no Centro Cultural São Paulo. | Minha relação com o Parque Lage passa pelo conhecimento da importância do espaço como palco de tantas exposições e apresentações já icônicas, além do papel da Escola na formação de muitas gerações de artistas.

LORRAN DIAS

Diretor-roteirista, curador e artista visual. Nasceu na Favela da Maré, onde reside atualmente, e cresceu em Nova Iguaçu, baixada fluminense do Rio de Janeiro. Seus trabalhos tornam híbridos os limites entre ficção, memória afetiva e fato histórico. Dirige e programa o conteúdo da TV Coragem (Instituto Moreira Salles, 2020), dirigiu e roteirizou Perpétuo (International Film Festival Rotterdam, 2019), o documentário Novo Rio, e co-dirigiu e roteirizou Usina-Desejo Contra a Indústria do Medo (Pivô Satélite, 2021), entre outros títulos com a Anarca Filmes (2014) - coletividade que co-fundou e que possui cópias de sua filmografia no acervo da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Seus últimos trabalhos em cinema e arte contemporânea foram comissionados pelo Pivô Arte e Pesquisa, pelo Programa Convida do Instituto Moreira Salles, e financiados pelo Critical + Creative Social Justice Studies da University of British Columbia (Canadá), Heinrich Boll Stiftung (Alemanha/Rio) e reconhecidos pelo The Documentary Impact Producer Relief Fund da Doc Society (Londres/Nova York). Recentemente escreveu a série de poesias Palavras em Carne Viva para Dentes-de-Leão, publicadas na revista Kuir Poetry (Berlin). 

Graduou-se em Comunicação Social com habilitação em Cinema e TV pela Universidade Federal do Rio de Janeiro através do texto "Disputas Sensíveis: Ensaio-manifesto contra o Olhar Colonial". Estagiou na produtora Taiga Filmes e desde então atua na indústria audiovisual em equipes de roteiro, script doctoring e assistência de direção. | A minha relação com a EAV Parque Lage não é de uma convivência tão cotidiana quanto eu queria, mas participa, em alguma medida, do meu trânsito artístico e afetivo no Rio de Janeiro. É um lugar onde me fiz testemunha do trabalho de pessoas queridas que me inspiram, e pude experimentar, em um curso livre de verão, a videoinstalação como suporte para meus trabalhos.

LUIZ ALPHONSUS

Luiz Alphonsus, "Negativo/Positivo", 1970, fotografia, políptico, 118,9 x 84,1 cm, cópia de exibição

MANATA LAUDARES

Manata Laudares, "Bandeira", 1998-1999, 102 x 150 cm, coleção dos artistas

Dupla de artistas brasileiros em atividade desde 1998, composta por Franz Manata (artista, professor e pesquisador) e Saulo Laudares (artista, professor e DJ), ambos residentes no Rio de Janeiro. Desde 2009, coordenam o programa Arte Sonora na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ. O duo é representado pela Sé Galeria, em São Paulo. 

MANATA LAUDARES

Manata Laudares, "Usutópico (cartaz)", 2006, jato de tinta sobre papel e objeto, 78 x 57 cm, coleção do artista

Dupla de artistas brasileiros em atividade desde 1998, composta por Franz Manata (artista, professor e pesquisador) e Saulo Laudares (artista, professor e DJ), ambos residentes no Rio de Janeiro. Desde 2009, coordenam o programa Arte Sonora na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ. O duo é representado pela Sé Galeria, em São Paulo. 

MANATA LAUDARES

Manata Laudares, "Dancing", 2007-2013, instalação com neon, 30 x 110 cm, coleção dos artistas

Dupla de artistas brasileiros em atividade desde 1998, composta por Franz Manata (artista, professor e pesquisador) e Saulo Laudares (artista, professor e DJ), ambos residentes no Rio de Janeiro. Desde 2009, coordenam o programa Arte Sonora na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ. O duo é representado pela Sé Galeria, em São Paulo. 

MANOELA MEDEIROS

Manoela Medeiros, "Estudo de estruturas modernas modernas ruínas | florestas modernas, 2018, gesso e alumínio, dimensões variáveis, coleção da artista

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo "Documentação fotográfica da performance “Hábito/Habitante”", 1985, fotografia 3/5, 22 x 17 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Documentação fotográfica da performance “Hábito/Habitante”", 1985, impressão fotográfica, 1/5, 18 x 24 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Documentação fotográfica da performance “Hábito/Habitante”", 1985, impressão fotográfica, 5/5, 18 x 24,5 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Documentação fotográfica da performance “Hábito/Habitante”", 1985, impressão fotográfica, 1/5, 26 x 18 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Documentação fotográfica da obra “Para um corpo...”, da série “Hábito/Habitante”", 1987, fotografia, 1/5, 24 x 17,5 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Documentação fotográfica da obra “Para um corpo...”, da série “Hábito/Habitante” 1987, fotografia, 1/5, 24 x 17,5 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Documentação fotográfica da obra “Para um corpo...”, da série “Hábito/Habitante” 1987, fotografia, 1/5, 24 x 17,5 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Texto da obra “Para um corpo nas suas possibilidades”, 1985, datilografia e caneta sobre papel, vintage/unique, 32,5 x 21,7 cm. Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

MARTHA ARAÚJO

Martha Araújo, "Texto da obra “Para um corpo...”, da série “Hábito/Habitante” 1987, datilografia e caneta sobre papel, 2/3, 32,5 x 21,7 cm, Cortesia da Galeria Jaqueline Martins

NÍDIA ARANHA

Nídia Aranha, "Ordenha", 2020, vídeo, 2'26", coleção da artista

Conhecida como Aranha, @nidiaranha nasceu em Itaguaí, na baixada fluminense do Rio de Janeiro. A artista estudou Design de Produto & Comunicação Visual na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua prática artística passa pela construção de narrativas visuais subversivas com elementos ficcionais + documentais, que tangenciam relações de desobediência de gênero; Práticas de biohacking, tendo a performatividade enquanto afirmação dessas metodologias científicas experimentais; Design crítico e especulativo nos mais variados suportes; Criação de imagem (fotografia e manipulação digital) e videografia; Esculturas em polímeros e aço cirúrgico, dispositivos protéticos e instrumentais fazendo uso de técnicas de ourivesaria.

NÍDIA ARANHA

Nídia Aranha, "Cápsula de leite", 2020, Leite de Travesti, Vidro e Aço Inox, 18 cm, coleção da artista

Conhecida como Aranha, @nidiaranha nasceu em Itaguaí, na baixada fluminense do Rio de Janeiro. A artista estudou Design de Produto & Comunicação Visual na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua prática artística passa pela construção de narrativas visuais subversivas com elementos ficcionais + documentais, que tangenciam relações de desobediência de gênero; Práticas de biohacking, tendo a performatividade enquanto afirmação dessas metodologias científicas experimentais; Design crítico e especulativo nos mais variados suportes; Criação de imagem (fotografia e manipulação digital) e videografia; Esculturas em polímeros e aço cirúrgico, dispositivos protéticos e instrumentais fazendo uso de técnicas de ourivesaria.

PV DIAS

As Pessoas. Intervenção através de realidade aumentada. 2021.

Artista paraense, vive entre Rio de Janeiro e Belém. Comunicólogo, pela Universidade de Amazônia e Mestrando em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Participou do programa de formação na EAV Parque Lage, no ano de 2019. Sua pesquisa pensa na estruturação das imagens de um território e em possíveis rasuras nessa configuração. Junto a essa frente, inicia-se também um trabalho sobre intervenções em violências coloniais dos lugares por onde o artista percorre captando registros, lugares que se dividem entre amazônia e o sudeste do Brasil. | Estudei na EAV em 2019, no programa Deformação, tendo uma das maiores experiências de troca que tive na minha vida, conheci novas poéticas, troquei sobre possibilidades de criar e viver. Um marco em todo o meu processo de pensar artístico. Foi, também, quando comecei a refletir sobre minha pesquisa de maneira mais aberta, mais fluida e olhando para horizontes que eu desconhecia até então. Termino o ano de 2019 com muito mais do que entrei. Estudo, ainda no ano de 2019, no curso de colagem como forma de pensamento do Pedro Varela e do Rodrigo Torres, e hoje continuo na Escola de maneira online no curso “Cor e Forma” com o professor Bernardo. Sinto que, pelo menos por muito tempo, ainda terei um laço muito forte com essa Escola. Foi também na EAV que participei e vi uma das mais incríveis exposições da minha vida, que foi a “arte naif - nenhum museu a menos”. Jamais esquecerei dessa exposição. Resumindo, na Escola, fiz muitas amizades, brinquei bastante, gargalhei, pintei, colei, desenhei, dormi na biblioteca, dancei até a noite e aprendi a aprender.

PV DIAS

O Pintor. Intervenção através de realidade aumentada. 2021.

Artista paraense, vive entre Rio de Janeiro e Belém. Comunicólogo, pela Universidade de Amazônia e Mestrando em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Participou do programa de formação na EAV Parque Lage, no ano de 2019. Sua pesquisa pensa na estruturação das imagens de um território e em possíveis rasuras nessa configuração. Junto a essa frente, inicia-se também um trabalho sobre intervenções em violências coloniais dos lugares por onde o artista percorre captando registros, lugares que se dividem entre amazônia e o sudeste do Brasil. | Estudei na EAV em 2019, no programa Deformação, tendo uma das maiores experiências de troca que tive na minha vida, conheci novas poéticas, troquei sobre possibilidades de criar e viver. Um marco em todo o meu processo de pensar artístico. Foi, também, quando comecei a refletir sobre minha pesquisa de maneira mais aberta, mais fluida e olhando para horizontes que eu desconhecia até então. Termino o ano de 2019 com muito mais do que entrei. Estudo, ainda no ano de 2019, no curso de colagem como forma de pensamento do Pedro Varela e do Rodrigo Torres, e hoje continuo na Escola de maneira online no curso “Cor e Forma” com o professor Bernardo. Sinto que, pelo menos por muito tempo, ainda terei um laço muito forte com essa Escola. Foi também na EAV que participei e vi uma das mais incríveis exposições da minha vida, que foi a “arte naif - nenhum museu a menos”. Jamais esquecerei dessa exposição. Resumindo, na Escola, fiz muitas amizades, brinquei bastante, gargalhei, pintei, colei, desenhei, dormi na biblioteca, dancei até a noite e aprendi a aprender.

PV DIAS

A Escultora. Intervenção através de realidade aumentada. 2021.

Artista paraense, vive entre Rio de Janeiro e Belém. Comunicólogo, pela Universidade de Amazônia e Mestrando em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Participou do programa de formação na EAV Parque Lage, no ano de 2019. Sua pesquisa pensa na estruturação das imagens de um território e em possíveis rasuras nessa configuração. Junto a essa frente, inicia-se também um trabalho sobre intervenções em violências coloniais dos lugares por onde o artista percorre captando registros, lugares que se dividem entre amazônia e o sudeste do Brasil. | Estudei na EAV em 2019, no programa Deformação, tendo uma das maiores experiências de troca que tive na minha vida, conheci novas poéticas, troquei sobre possibilidades de criar e viver. Um marco em todo o meu processo de pensar artístico. Foi, também, quando comecei a refletir sobre minha pesquisa de maneira mais aberta, mais fluida e olhando para horizontes que eu desconhecia até então. Termino o ano de 2019 com muito mais do que entrei. Estudo, ainda no ano de 2019, no curso de colagem como forma de pensamento do Pedro Varela e do Rodrigo Torres, e hoje continuo na Escola de maneira online no curso “Cor e Forma” com o professor Bernardo. Sinto que, pelo menos por muito tempo, ainda terei um laço muito forte com essa Escola. Foi também na EAV que participei e vi uma das mais incríveis exposições da minha vida, que foi a “arte naif - nenhum museu a menos”. Jamais esquecerei dessa exposição. Resumindo, na Escola, fiz muitas amizades, brinquei bastante, gargalhei, pintei, colei, desenhei, dormi na biblioteca, dancei até a noite e aprendi a aprender.

PV DIAS

A Montagem. Intervenção através de realidade aumentada. 2021.

Artista paraense, vive entre Rio de Janeiro e Belém. Comunicólogo, pela Universidade de Amazônia e Mestrando em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Participou do programa de formação na EAV Parque Lage, no ano de 2019. Sua pesquisa pensa na estruturação das imagens de um território e em possíveis rasuras nessa configuração. Junto a essa frente, inicia-se também um trabalho sobre intervenções em violências coloniais dos lugares por onde o artista percorre captando registros, lugares que se dividem entre amazônia e o sudeste do Brasil. | Estudei na EAV em 2019, no programa Deformação, tendo uma das maiores experiências de troca que tive na minha vida, conheci novas poéticas, troquei sobre possibilidades de criar e viver. Um marco em todo o meu processo de pensar artístico. Foi, também, quando comecei a refletir sobre minha pesquisa de maneira mais aberta, mais fluida e olhando para horizontes que eu desconhecia até então. Termino o ano de 2019 com muito mais do que entrei. Estudo, ainda no ano de 2019, no curso de colagem como forma de pensamento do Pedro Varela e do Rodrigo Torres, e hoje continuo na Escola de maneira online no curso “Cor e Forma” com o professor Bernardo. Sinto que, pelo menos por muito tempo, ainda terei um laço muito forte com essa Escola. Foi também na EAV que participei e vi uma das mais incríveis exposições da minha vida, que foi a “arte naif - nenhum museu a menos”. Jamais esquecerei dessa exposição. Resumindo, na Escola, fiz muitas amizades, brinquei bastante, gargalhei, pintei, colei, desenhei, dormi na biblioteca, dancei até a noite e aprendi a aprender.

RAFAEL RG

Rafael RG, "Os rios que correm pelas palmas das nossas mãos", 2020, bordado sobre tecido, 60 x 70 cm, coleção do artista

Vive e trabalha entre Salvador, Belo Horizonte e Guarulhos. Nascido em 1986, é formado em Artes Visuais pela Belas Artes de São Paulo. (Bolsista PROUNI - 2010). Participou de mostras e festivais em cidades do Brasil e em outros países. Recebeu, entre outras premiações, o 1º Prêmio Foco ArtRio, o Prêmio Honra ao Mérito Arte e Patrimônio/ IPHAN, o Prêmio aquisição do Centro Cultural São Paulo, Bolsa Iberê Camargo para residência no Künstlerhaus Bremen (Alemanha), Bolsa Pampulha para residência no Museu de Arte da Pampulha (MG), entre suas residências recentes estão Gasworks em Londres (2018) Black Rock Senegal em Dakar (2019), Triangle France - Astérides em Marseile (2020). Em sua prática artística, RG costuma trazer duas fontes para construção de seus trabalhos: uma documental e outra afetiva, em geral por meio do uso de documentos garimpados em arquivos institucionais ou pessoais associados a narrativas que podem envolver sua pessoa ou um alter ego. A interação entre essas territorialidades resulta em obras que quase sempre se aproximam de uma ficção, ou de uma noção tensa de ficcionalidade. Relações afetivas e sexuais e suas implicações políticas, e questões de identidade racial têm sido suas áreas de interesse atuais. Essas pesquisas geralmente se desdobram em workshops, instalações, textos performativos, publicações e objetos. | Desde a minha formação, cultivei uma relação à distância com a EAV. Seja por ter tido aulas com artistas formados pela Escola, ou por leituras de livros e textos que citavam a importância da EAV. Meu primeiro contato presencial se deu em 2015, através da chamada para um intensivo de verão, EAVerão. E costumo dizer que essa foi uma experiência que mudou minha vida, tanto como artista, com discussões de questões de processos e criação, e tanto na vida pessoal. O EAV me tornou uma pessoa diferente, e isso automaticamente me tornou um artista com outras visões e práticas sobre a arte.

RAPHAEL ESCOBAR

Legenda: Raphael Escobar, "Direitos", 2020, impressão a látex sobre poliéster, 50 x 280 coleção do artista

RAPHAEL ESCOBAR

Raphael Escobar, "Direitos", 2020, impressão a látex sobre poliéster, 50 x 240 cm, coleção do artist

RAPHAEL ESCOBAR

Raphael Escobar, "Direitos", 2020, impressão a látex sobre poliéster, coleção do artist

RENAN AGUENA

Renan Aguena, "Neto de dois artistas foda
Dona Yone, Seu Arlindo
Uma japa, um pernambucano
Logo cedo caiu a ficha porque nós morava no Rio
Parece um quadro pintado agora
Minha vó me levando na 1º casa que eles moraram
Ali em Vista Alegre
“Quando chovia, a gente ficava com água até dps da cintura”
Como quem dizia, valoriza o pouco que a gente tem
Meu avô levantou nossa casa praticamente sozinho
Saudades eternas dos meus coroas
Como eu queria vocês vivendo tudo isso comigo
Minha família me deixou sem um teto
Marcinha e Marcão me deram abrigo
quando fui expulso da minha própria casa pela segunda vez
Foi Flavinho que me emprestou 2k pra eu ter meu primeiro canto
Não me prendi ao ódio, nem ao pranto
Me agarrei a tudo que meus vocês me ensinaram
Transformei em poesia", 2020, Colagem e decolagem, 188 x 220 cm, coleção do artista

RENAN AGUENA

"Renan Aguena, ""Seu Zé me disse que malandro bom sonha com a grana,
não com a França
Almoço, café e janta
Melhor forma ter os três
Pra quem nunca passou o veneno
Dinheiro nunca é a cura
Não quer dividi o paco
E se deixar vai pra baixo de 7 palmo agarrado
Pro azar seu, te juro que vou roubar tudo que eu puder
antes da tua despedida
Já que o estado não pega
Vou diminui na fonte a herança do teu filho
O bolso lotado de grana grana grana
A cabeça vazia de problemas
3 décadas pisando nas mesmas malditas pedras
Nada ao meu redor mudou
Melhor
Fiz tudo ao meu redor mudar
A porra da grana ainda nem chegou
mas a inveja já tem me rondado
pra quem quer me ver cair
é melhor mudar o seu plano
vende minhas obras a kilo
não é nem 1% do meu plano
seu medo de fracassar é tão grande
que te impede de aproveitar o caminho
Por isso eu to sempre chapado, sorrindo
Lágrimas são cristais, e eu não vou desperdiçá-las
com quem não mereça
Sejam as de alegria, sejam as de dor
Vencer não tem haver só com dinheiro
Mas o dinheiro, faz parte da vitória
Sem base, o dinheiro vai ser o principal motivo da tua queda
Fortalecer quem te ajuda crescer é o que dobra tua meta
Sai da minha reta, ou abraça meu papo""
200 x 149 cm
Colagem e Decolagem, coleção do artista"

RICARDO BASBAUM

RONALD DUARTE

Ronald Duarte, "Fogo Cruzado", 2002, documentação fotográfica, 60 x 90 cm e 90 x 60 cm, cópia de exibição 

RONALD DUARTE

Ronald Duarte, "Fogo Cruzado", 2002, documentação fotográfica, 60 x 90 cm e 90 x 60 cm, cópia de exibição

SUZANA QUEIROGA

Suzana Queiroga, "O mundo segue indiferente a nós, série nº 24", 2021, incisões sobre papel, 29,7 x 21 cm, coleção da artista

SUZANA QUEIROGA

Suzana Queiroga, "O mundo segue indiferente a nós, série nº 22", 2021, incisões sobre papel, 29,7 x 21 cm, coleção da artista

SUZANA QUEIROGA

Suzana Queiroga, "O mundo segue indiferente a nós, série nº 23", 2021, incisões sobre papel, 29,7 x 21 cm, coleção da artista

SUZANA QUEIROGA

Suzana Queiroga, "O mundo segue indiferente a nós, série nº 26", 2021, incisões sobre papel, 29,7 x 21 cm, coleção da artista

SUZANA QUEIROGA

Suzana Queiroga, "O mundo segue indiferente a nós, série nº 29", 2021, incisões sobre papel, 29,7 x 21 cm, coleção da artista

SUZANA QUEIROGA

Suzana Queiroga, "O mundo segue indiferente a nós, série nº 30", 2021, incisões sobre papel, 29,7 x 21 cm, coleção da artista

TADASKIA

Tadáskía (1993) vive e trabalha em Rio de Janeiro e São Paulo. Antes conhecida como max wíllà morais, é artista, trans, escritora, graduada em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2016), mestranda em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2019-2021) e bolsista na Escola de Artes Visuais do Parque Lage em Mediação (2014) e no Programa Formação e Deformação (2019-2020). Seus trabalhos de desenho, fotografia, instalação, costura e aparição se fazem por histórias, geografias e as relações materiais e imateriais que podem surgir entre o mundo e as coisas vivas. Elabora também experiências visíveis e invisíveis a partir da diáspora preta e dos encontros tanto familiares quanto incomuns. Tadáskía foi indicada ao prêmio PIPA em 2020 e expôs na galeria A Gentil Carioca, no Museu de Arte do Rio, Paço Imperial do Rio de Janeiro, no Pivô e, ao lado de Leonilson, no espaço de arte Auroras, em São Paulo. Foi educadora do Museu de Arte do Rio (2014-2017) e colaborou com o Instituto Maria e João Aleixo em Pesquisa, Educação e Culturas em Periferias (2018-2020). Em 2018 estreou com Diambe da Silva "A poeira não quer sair do Esqueleto" (2017), documentário experimental exibido na Argentina, Brasil, Uruguai, Sibéria, Emirados Árabes e Índia, entre outros lugares. | Participei em 2014 da turma de Mediação no Parque Lage, que foi muito importante na minha experiência de vida, trabalho, no contato com grupos escolares e nas dinâmicas e conversas entre Educação e Artes. Em 2019, tive a oportunidade de retornar, pelo curso Formação e Deformação, em outro momento, com 25 anos, encontrando artistas, professores e curadores de várias gerações. Nesse período, entre outras coisas, nós estudantes formamos a Campanha EAV Para Todes, para que um tanto de pessoas pudesse permanecer em condições melhores na escola. Desde então, fico feliz de ter participado como aluna junto da presença de dissidências raciais, sociais e de gênero, me reunindo com nuances e diferenças na trajetória hegemônica da EAV. Assim espero que as mudanças só aumentem e que sejam, cada vez mais, partilhadas. 

TRAPLEV

Traplev, "Alfabeto flúor", 2016-2021, impressão adesivada sobre cavalete, 85 x 60 cm, coleção do artista

Nascido em 1977 em Caçador, Santa Catarina, o artista vive e trabalha em Recife, PE), é bacharel e mestre em artes visuais pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, Florianópolis. Foi criador e editor geral da publicação RECIBO de artes visuais de 2002 à 2015 – foram18 números e mais de 74 mil exemplares distribuídos gratuitamente pelo Brasil. As pesquisas de Traplev se debruçam na elaboração de elementos pedagógicos que possam ser instrumentalizados para uma conscientização crítica, muitas vezes em forma de instalações, intervenções, objetos e imagens. O artista parte da análise de discursos políticos e midiáticos e do confronto dessas narrativas com fatos históricos, para produzir seus trabalhos.

Partindo de elementos da educação crítica e democrática de pensadores como Bel Hooks, Paulo Freire e Anísio Teixeira, o artista desenvolve o programa "re-alfabetização política urgente". No programa, o artista ativa a obra também por meio de oficinas e encontros de facilitação para debates, tendo como ferramenta a obra "Almofadas Pedagógicas", na qual estampa em almofadas (formato assento) referências à movimentos sociais, fatos históricos e políticos, de modo a criar um instrumento pedagógico e físico para a inserção de conteúdos em espaços de educação social e cultural. | Minha relação com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage é de respeito e admiração pela sua atuação já imprescindível no cenário nacional das artes visuais, tanto no programa continuado e histórico de formação de artistas, quanto nos projetos curatoriais, que é um importante núcleo para manutenção também.

TRAPLEV

Traplev, "Alfabeto flúor", 2016-2021, impressão adesivada sobre cavalete, 90 x 70 cm, coleção do artista

Nascido em 1977 em Caçador, Santa Catarina, o artista vive e trabalha em Recife, PE), é bacharel e mestre em artes visuais pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, Florianópolis. Foi criador e editor geral da publicação RECIBO de artes visuais de 2002 à 2015 – foram18 números e mais de 74 mil exemplares distribuídos gratuitamente pelo Brasil. As pesquisas de Traplev se debruçam na elaboração de elementos pedagógicos que possam ser instrumentalizados para uma conscientização crítica, muitas vezes em forma de instalações, intervenções, objetos e imagens. O artista parte da análise de discursos políticos e midiáticos e do confronto dessas narrativas com fatos históricos, para produzir seus trabalhos.

Partindo de elementos da educação crítica e democrática de pensadores como Bel Hooks, Paulo Freire e Anísio Teixeira, o artista desenvolve o programa "re-alfabetização política urgente". No programa, o artista ativa a obra também por meio de oficinas e encontros de facilitação para debates, tendo como ferramenta a obra "Almofadas Pedagógicas", na qual estampa em almofadas (formato assento) referências à movimentos sociais, fatos históricos e políticos, de modo a criar um instrumento pedagógico e físico para a inserção de conteúdos em espaços de educação social e cultural. | Minha relação com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage é de respeito e admiração pela sua atuação já imprescindível no cenário nacional das artes visuais, tanto no programa continuado e histórico de formação de artistas, quanto nos projetos curatoriais, que é um importante núcleo para manutenção também.

TRAPLEV

Traplev, "Alfabeto flúor", 2016-2021, impressão adesivada sobre cavalete, 140 x 120 cm, coleção do artista

Nascido em 1977 em Caçador, Santa Catarina, o artista vive e trabalha em Recife, PE), é bacharel e mestre em artes visuais pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, Florianópolis. Foi criador e editor geral da publicação RECIBO de artes visuais de 2002 à 2015 – foram18 números e mais de 74 mil exemplares distribuídos gratuitamente pelo Brasil. As pesquisas de Traplev se debruçam na elaboração de elementos pedagógicos que possam ser instrumentalizados para uma conscientização crítica, muitas vezes em forma de instalações, intervenções, objetos e imagens. O artista parte da análise de discursos políticos e midiáticos e do confronto dessas narrativas com fatos históricos, para produzir seus trabalhos.

Partindo de elementos da educação crítica e democrática de pensadores como Bel Hooks, Paulo Freire e Anísio Teixeira, o artista desenvolve o programa "re-alfabetização política urgente". No programa, o artista ativa a obra também por meio de oficinas e encontros de facilitação para debates, tendo como ferramenta a obra "Almofadas Pedagógicas", na qual estampa em almofadas (formato assento) referências à movimentos sociais, fatos históricos e políticos, de modo a criar um instrumento pedagógico e físico para a inserção de conteúdos em espaços de educação social e cultural. | Minha relação com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage é de respeito e admiração pela sua atuação já imprescindível no cenário nacional das artes visuais, tanto no programa continuado e histórico de formação de artistas, quanto nos projetos curatoriais, que é um importante núcleo para manutenção também.

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Círculo Negro", guache sobre bronze, 75 x 18 x 14 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Cruz Negra", 2018, guache sobre bronze, 70 x 21 x 10 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Imagem IV", 2018, pigmento mineral sobre bronze, 74 x 37 x 8 cm, Cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Projeto (tentativa e erro)", 2018, guache sobre bronze, 28,8 x 21x1 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Projeto (tentativa e erro)", 2018, guache sobre bronze, 29,5 x 22 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Projeto (tentativa e erro)", 2018, guache sobre bronze, 28,8 x 21x1 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Projeto (tentativa e erro)", 2018, guache sobre bronze, 29,5 x 22 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Projeto (tentativa e erro)", 2018, guache sobre bronze, 28,8 x 20 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Projeto (tentativa e erro)", 2018, guache sobre bronze, 28 x 19,7 cm, cortesia Athena Galeria

VANDERLEI LOPES

Vanderlei Lopes, "Projeto (tentativa e erro)", 2018, guache sobre bronze, 30,7 x 22,5 cm, cortesia Athena Galeria

VIVIAN CACCURI

Vivian Caccuri, "xxx", 2021, videoclipe, xxx, coleção da artista

WANDA PIMENTEL

Wanda Pimentel, "Sem título (Série Envolvimento)", 1969, vinílica sobre tela, 130 x 97 cm, coleção Beatriz Pimentel

WANDA PIMENTEL

Wanda Pimentel, "Sem título (Série Envolvimento)", 1969, vinílica sobre tela, 130 x 98 cm, coleção Beatriz Pimentel

WANDA PIMENTEL

Wanda Pimentel, "Sem título (Série Envolvimento)", 1971, vinílica sobre tela, 60 x 73 cm, coleção Beatriz Pimentel

XICO CHAVES

Xico Chaves, "Olhos na justiça", 1992, documentação fotográfica de ação, cortesia Galeria Movimento

XICO CHAVES

Xico Chaves, "Olhos na justiça", 1992, documentação fotográfica de ação, cortesia Galeria Movimento

XICO CHAVES

Xico Chaves, "Olhos na justiça", 1992, documentação fotográfica de ação, cortesia Galeria Movimento

XICO CHAVES

Xico Chaves, "Olhos na justiça", 1992, documentação fotográfica de ação, cortesia Galeria Movimento

XICO CHAVES

Xico Chaves, "Olhos na justiça", 1992, documentação fotográfica de ação, cortesia Galeria Movimento

YNA KABÉ RODRIGUES

AGENDA

Maio
01
Sáb
12:00

Matheus Rocha Pitta

Estudo de estrturas modernas modernas ruínas | florestas modernas

18:00

Ernesto Neto

O tempo e o sono vazio

08
Sáb
12:00

Matheus Rocha Pitta

Estudo de estrturas modernas modernas ruínas | florestas modernas

18:00

Ernesto Neto

O tempo e o sono vazio

14
Sex
12:00

Ernesto Neto

O tempo e o sono vazio

INTERAÇÃO

A exposição Hábito—Habitante foi concebida em resposta ao nosso tempo. Na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, as Cavalariças e a Capelinha foram pensadas como um estúdio em fundo infinito, em que os projetos de arte, artistas e o público reduzido compõem um espaço de transmissão. Todo o espaço foi pintado em verde chroma key como uma grande tela em que os visitantes, com seus celulares, experimentem o espaço com suas próprias imagens e absorvam o conteúdo disponível numa plataforma digital.

Criadas no formato de filtros de Instagram, as ferramentas interativas disponíveis a seguir foram desenvolvidas especialmente para a exposição Hábito—Habitante:

cultura instituto cultural vale JB FM Aliança Francesa Palma-Guedes Iphan Multiterminais Rio Cultura EAV Parquinho Lage AMEAV Parque Nacional da Tijuca ICMBio Secretaria da Cultura Ministério do Turismo cultura instituto cultural vale JB FM Aliança Francesa Multiterminais Palma-Guedes Iphan Rio Cultura EAV ICMBio Parquinho Lage AMEAV Parque Nacional da Tijuca Secretaria da Cultura Ministério do Turismo